junho 29, 2022
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Musica

Zac Hanson fala de nova turnê, amadurecimento e 15 filhos da banda: “Se quiserem ser músicos, vou ajudar”

Quem não se lembra do refrão de MMMBop, do Hanson, que dominou as principais paradas musicais em 1997? Pois é, a banda completa 30 anos de carreira em 2022 e estreia nesta quarta-feira (8) a turnê Red, Green, Blue com um show na Finlândia para divulgar o novo álbum homônimo, em que mostra que é muito mais do que a música chiclete que a tornou famosa.

Em conversa exclusiva com a Quem, o baterista Zac Hanson fala um pouco da evolução profissional dele e de seus irmãos,Taylor, tecladista, e Isaac, guitarrista – eles dividem os vocais – ao longo das três décadas de banda. Além da relação com os fãs brasileiros, já que o trio se apresentará no país em outubro.

“Eu não quero que as pessoas pensem que vão ouvir apenas músicas novas nos shows, vai ser um mix de tudo. MMMbop, Where Is The Love, If Only e Save Me, e todas as músicas que as pessoas amam, farão parte. Mas queremos apresentar Red, Green, Blue porque eu acho que será legal ver como isso muda a forma que as pessoas escutam Hanson. Nós não queremos que seja diferente, queremos que seja mais profundo”, declara Zac.

Desde que estouraram no mundo todo, Hanson faz questão de colocar o Brasil em suas turnês. “Os brasileiros são sempre passionais. Eu amo como têm tanto orgulho de serem brasileiros, eu acho que isso é muito único na cultura e, de certa forma, similar a como os americanos têm orgulho de serem dos Estados Unidos. Eu acho que isso nos conecta. Os fãs brasileiros são autênticos e muito sinceros. Nós amamos fazer shows aí, é sempre incrivelmente energético e divertido”, elogia Zac.

Três músicos, um único álbum

Zac explica que Red,Green, Blue trará o lado “escritor, músico, cantor e produtor” de cada um dos irmãos. “Isso não é tão comum em uma banda. E, então, como compartilhar o que faz do Hanson, o Hanson? Eu acho que é uma maneira poderosa de ver como nossas influências são as mesmas e diferentes, ao mesmo tempo”, diz.

Cada um deles idealizou uma ‘cor’ do álbum, mas estiveram presentes em todas elas.“O verde (green) do Isaac é muito mais orgânico, mais escrito enquanto cantor, e também tem um pouco mais a influência do blues que um guitarrista traria. Já o vermelho (red) do Taylor não tem tanto piano quanto as pessoas podem pensar, ele fez muito mais trabalho na guitarra, mas sonoramente ainda é muito rico. Eu não sei o que as pessoas esperam de mim (a parte ‘blue’, ‘azul’ em inglês), mas diria é que tem entusiasmo, muito ritmo. Sobre as histórias, as minhas são sobre superação, defender quem você é e autodescoberta”, explica.

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